sábado, novembro 26, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Estrutura de Semente Madura: ENDOSPERMA

     Provém da dupla fecundação, pela fusão do segundo núcleo espermático (haplóide) e os dois núcleos polares (haplóides) e por divisões sucessivas, formará um tecido de reserva, o albume ou endosperma.

     O endosperma constitui ao tecido da semente, que serve como fonte de alimento para o desenvolvimento do embrião e/ou plântula, podendo também exercer função de proteção do embrião permanecendo ao seu redor (Souza, 2009). 

     Pode conter reserva variável, com presença de óleo, amido, proteína, hemicelulose, polissacarídeos e certos ácidos (Souza, 2009). E quanto ao seu aspecto, pode ser farinhoso, carnoso, gelatinoso ou córneo, com coloração branco, branco-amarelado ou transparente (Souza, 2003). 

     Segundo Souza (2003), sementes maduras que apresentam endosperma como tecido de reserva, são denominadas sementes endospérmicas ou albuminosas. Outras sementes, entretanto, podem ser desprovidas de endosperma na maturidade, contendo outros tipos de substâncias nutritivas para o desenvolvimento do embrião presentes nos cotilédones, são chamadas de exendospérmicas ou exalbuminosas. 

     O endosperma das sementes albuminosas pode ter natureza parenquimática  ou colenquimática. No primeiro tipo, as paredes celulares podem ser delgadas e o conteúdo de reserva das células é lipídico. No segundo tipo, o endosperma apresenta células com paredes espessas, constituídas principalmente de carboidratos e amido, bem como presença de reserva lipídica. O endosperma de origem colenquimática apresenta dupla função: agem como fonte adicional de reserva de alimento para o embrião e facilitam sua saída do tegumento por se tornar mucilaginoso em contato com água. (Souza, 2003).

     De acordo com Vidal & Vidal (2007), os tipos de reservas são divididas em:
1) Endosperma secundário: tecido triplóide com formação após a fecundação. Pode ocorrer na semente ou desaparecer durante a formação do embrião. Ex.: milho. 
2) Perisperma: tecido originado pela parte da nucela, persistente, durante a formação do endosperma. O perisperma pode ser a única reserva da semente ou ocorrer juntamente com o endosperma. Ex.: feijão.
3) Endosperma primário: tecido originado do macrósporo (parte feminina) e, portanto, haplóide. Ex.: pinhão. 


Fonte: http://www.biologia.blogger.com.br/2008_06_01_archive.html
Fontes: 
SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântulas. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2003. 259p.il.
SOUZA, L. A. Sementes e plântulas: germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa: Editora Toda Palavra, 2009. 279p.il.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica – organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos – 4ª Ed. Viçosa: Editora UFV, 2007.124p. il.
http://www.ufsm.br/sementes/germinar.htm

http://www.simbiotica.org
sábado, novembro 19, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Estrutura de Semente Madura: TEGUMENTO

     Em geral, é todo órgão vegetal ou parte orgânica que envolve outro órgão e lhe confere proteção (Font Quer, 1953). 

     A superfície da semente ou do tegumento também pode variar em cor e consistência ou textura, e nela podem ocorrer tricomas e emergências (Souza, 2009). 

    Os envoltórios da semente desenvolvem-se a partir dos integumentos do óvulo. Geralmente o óvulo apresenta dois integumentos e as sementes deles resultantes, também podem apresentar dois tegumentos, denominados testa (tegumento externo, originado da primina) e tégmen (tegumento interno, originado da secundina), ou apresentarem apenas um tegumento, a testa. As variações dos envoltórios da semente dependem das características específicas do óvulo, principalmente no que diz respeito ao número e espessura dos integumentos e das modificações sofridas por ele(s) durante o desenvolvimento e maturação da semente. 

     Segundo Souza (2003), os tegumentos (testa e tégmen) protegem o embrião, regulam a absorção de água e oxigênio necessários à germinação da semente e também atuam na dispersão de sementes; podem apresentar cor, consistência e espessura que podem variar de acordo com a semente, podendo ter superfície lisa, rugosa, reticulada, estriada, glândulosa, viscosa, ou provida de pelos. 

     Quanto aos tegumentos, as sementes podem ser classificadas de acordo com Vidal & Vidal (2007) em: 

1) Bitegumentadas: constituídas de testa (externo) e tegma (interno) na maturidade, podendo ter os dois tegumentos bem desenvolvidos ou um deles pode apresentar menos diferenciação de seus tecidos. Ex.: Angiospermae

2) Unitegumentadas: constituídas de apenas um tegumento podendo ter origem de um óvulo unitegumentado ou bitegumentado. Quando de óvulo bitegumentado, um dos tegumentos pode ser degenerado, comprimido ou absorvido durante o desenvolvimento da semente. Ex.:Gymnospermae

3) Ategumentadas: não apresentam tegumento e podem desenvolver estruturas alternativas para a proteção do embrião. No caso da amêndoa, é protegida diretamente pelo pericardo do fruto. Ex.: Loranthaceae


Fonte: http://buiquedagente.blogspot.com/2011/02/pesquisa.html

Fontes: 
FONT QUER, P. Diccionario de Botánica. Barcelona: Labor. 1953
SOUZA, L. A. Sementes e plântulas: germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa: Editora Toda Palavra, 2009. 279p.il.
SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântulas. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2003. 259p.il.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica – organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos – 4ª Ed. Viçosa: Editora UFV, 2007.124p. il.
http://www.anatomiavegetal.ib.ufu.br/. Acesso dia 19/11/2011.
sexta-feira, novembro 18, 2011 0 comentários By: Micheli Gabardo

Técnicas de coleta para Herborização




MATERIAL PARA COLETA

Ferramentas


  • Tesoura de poda, canivete, faca afiada ou facão;
  • Cavadeira (para desplantar ervas e sub-arbustos de terrenos macios);
  • Gancho (para plantas aquáticas);
  • Fita métrica (para medir a altura da planta);Lupa de bolso (para observação do desenvolvimento de plantas pequenas);
  • Fita crepe e caneta (para anotar o nº de coleta em cada planta).

Pasta para plantas


Pode ser improvisada facilmente, utilizando-se dois papelões resistentes, ou duas tábuas de compensado ligadas entre si por meio de uma correia ou cintos velhos, sendo que nesta pasta deve-se colocar uma certa quantidade de papel absorvente(jornal ou papel chupão) entre os quais serão colocadas as plantas.


Fonte: www.biorede.pt

Sacola

Utiliza-se para transportar plantas suculentas, ramos volumosos ou frutos.

Dados a serem anotados

  • Local ou Procedência: estado, município, nome do local propriamente dito e coordenadas geográficas;
  • Data: dia, mês e ano da coleta;
  • Habitat: Mata ciliar, cerrado, cerradão, campo, brejo, mata ou floresta, ruderal (terrenos baldios ou margens de rodovias), invasoras em cultura de milho, etc;
  • Hábito de crescimento: Exemplos: árvore, arbusto, subarbusto, erva, trepadeira, epífita ou parasita;
  • Informações sobre a planta: altura aproximada, cor da flor, cor do fruto, nome vulgar, interesse econômico, etc.

Referências

IAPAR, Técnicas de Herborização, Miscelânea no 01, Fevereiro/81.

BIOREDE- Disponível em http://www.biorede.pt/page.asp?id=1496, Acesso em 11/11/2011.

GRACIALDA DA COSTA FERREIRA, Diretrizes para coleta, herborização, e identificação de material botânico nas parcelas permanentes em florestas naturais da Amazônia brasileira. Manaus, 2006.


sábado, novembro 12, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

SEMENTES: Origem, desenvolvimento e definição.

Fonte: http://www.prof2000.pt/users/msalvado/form_sem.htm

     Mariath et al. (2006) identificam 5 etapas de fecundação para Angiospermae, sendo elas: polinização, acoplamento, cópula, descarga dos gametas e singamia. O acoplamento compreende a fase de aproximação dos gametófitos, desde o estigma, através do tecido transmissor do estilete, até o contato do tubo polínico com o aparelho filiforme das sinérgides. A cópula consiste na penetração de uma sinérgide, mediante o desenvolvimento de um tubo copulador, que abre e descarrega os gametas. A descarga dos gametas ocorre após a liberação do conteúdo do tubo polínico no interior da sinérgide. A singamia, que é a última etapa da polinização, compreende a fusão de um gameta com a oosfera para formar o zigoto esporofítico (diplóide), enquanto o outro gameta fecunda os núcleos polares para formar o endosperma (geralmente triplóide) (Souza,2009).

     A semente pode ser definida como um óvulo maduro e fecundado, contendo em seu interior uma planta embrionária, substâncias de reserva (às vezes ausentes), ambas protegidas por um ou dois envoltórios (casca).

     As sementes apresentam basicamente uma estrutura única que participa da disseminação, proteção e reprodução das espécies.

     Pela definição botânica, semente é o óvulo desenvolvido após a fecundação, que contém embrião, reservas nutritivas e tegumento. A Legislação Brasileira (Lei nº 10711, de 5 de agosto de 2003) apresenta um conceito mais amplo, definindo semente como o material de reprodução vegetal de qualquer gênero, espécie ou cultivar, proveniente de reprodução sexuada ou assexuada, que tenha finalidade específica de semeadura.

     De acordo com Souza (2003), a semente origina-se do óvulo ou do rudimento seminal e permanece encerrada no pericarpo do fruto.

     Segundo Vidal & Vidal (2007), semente é o óvulo desenvolvido após a fecundação, contendo o embrião, com ou sem reservas nutritivas, protegido pelo tegumento e seu desenvolvimento se dá da seguinte forma:

1) Formação do embrião: o zigoto diplóide (proveniente da fusão do microgameta com a oosfera) divide-se em duas células. A mais externa, encostada à micrópila, por divisões sucessivas, forma um cordão, o suspensor, ligado por uma lado ao saco embrionário, por onde recebe substâncias nutritivas; o suspensor tem vida efêmera. A mais interna, concomitantemente, por divisões sucessivas, forma o embrião, que é a futura planta.

2) Formação de reservas: ao mesmo tempo em que os fenômenos acima se verificam, o núcleo triplóide (proveniente da fusão do microgameta com o mesocisto), por divisões sucessivas, formará um tecido de reserva, o albume.

3) Formação do tegumento: os integumentos dos óvulos, geralmente, vão originar o tegumento, que é o revestimento protetor da semente.

Fonte: http://revisoesparaprova.blogspot.com/2008/11/sementes_07.html

Fontes:
SOUZA, L. A. Sementes e plântulas: germinação, estrutura e adaptação. Ponta Grossa: Editora Toda Palavra, 2009. 279p.il. 
SOUZA, L. A. Morfologia e anatomia vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântulas. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2003. 259p.il.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica – organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos – 4ª Ed. Viçosa: Editora UFV, 2007.124p. il.
http://www.anatomiavegetal.ib.ufu.br/. Acesso dia 11/11/2011.
http://www.senado.gov.br/legislacao/. Acesso dia 10/11/2011.
quinta-feira, outubro 20, 2011 0 comentários By: Anônimo

Taraxacum officinale Weber

Fonte: EOL.org

Nome Científico: Taraxacum officinale Webb
Este nome científico é aceito e está registrado no The Plant List (2011) com indicação da primeira obra Prim. Fl. Holsat. 56, 1780. Entretanto, existem divergências na autoria dessa espe´cie como pode ser constatado do site do IPNI (2011) indicando a espécie como Taraxacum officinale F.H.Wigg.  KISSMANN (1992) e ARANHA (1982) citam esta espécie com outro autor: Taraxacum officinale Webber.
Nome(s) Vulgar(es): dente-de-leão, amargosa, taraxaco, alface-de-cão, salada-de-topeira.

Caracterização da espécie:
De acordo com ARANHA (1982), as plantas do gênero Taraxacum são anuais, herbáceas e acaule. Folhas rosulado-basilares, sésseis e parcialmente amplexicaules. Inflorescência apical formada por grandes capítulos isolados, com hastes verde-clara curto pilosa e com 20 - 30 cm de altura. Para KISSMANN (1992) a plantas do gênero Taraxacum exibem vistosas flores amarelas sobre longos escapos e depois uma chamativa estrutura globosa, da aquênios com papilo pilosos, que libera “paraquedas” quando soprada.
Esse tipo de dispersão do fruto e semente é provocado pela permanência do cálice após a fecundação da flor que forma o "paraquedas", denominado pappus (Souza, 2003). Além disso, o fruto de Asteraceae  é denominado "cipsela" poe ser derivado de ovário ínfero,  em substituição a o termo "aquênio" que é um tipo de fruto derivado de ovário súpero (Font Quer, 1953).

Origem e Distribuição:
 KISSMANN (1992) indicou que a planta  é originária da Eurásia, hoje amplamente distribuída pelo mundo desde regiões setentrionais até quase equatoriais, em ambos os hemisférios.

Fonte:
ARANHA, C.; BACCHI, O.; LEITÃO FILHO, H. F. - Plantas invasoras de culturas 2. São Paulo - Campinas: ICEA, 1982.
EOL - Disponível em: http://eol.org/data_objects/12100552. Acesso dia 10/09/11
FONT QUER, P. Diccionario de Botánica. Barcelona: Labor. 1953
KISSMANN, G. K.; GROTH, D. - Plantas Infestantes e Nocivas. Tomo II. São Paulo: BASF Brasileira S. A., 1991-1992. 1ª Edição, 798 pgs
SOUZA, L.A.; et al. Morfologia e anatomia vegetal: técnicas e práticas. Ponta Grossa: UEPG, 2005.
THE PLANT LIST - Disponível em: http://www.theplantlist.org/tpl/record/gcc-131202. Acesso dia 10/09/11

quarta-feira, outubro 12, 2011 0 comentários By: Anônimo

Eryngium horridum

Fonte: Rosângela Gonçalves Rolim ( Flora Digital - RS)

Nome Científico: Eryngium horridum Malme
Este nome é aceito para uma espécie do gênero Eryngium, família Apiaceae, cuja primeira publicação foi Ark. Bot. 3(13): 15 1904.(The Plant List, 2011)
Nome(s) Vulgar(es): caraguatá, gravatá.

Importância
Em estudos, FIDELIS (2007) observou que a Eryngium atua sobre a manutenção da biodiversidade de espécies herbáceas onde mostrou a influencia da dinâmica da vegetação de áreas pastejadas através da proteção de espécies como Paspalum plicatulum (Poaceae) e Schizachirium tenerum (Poaceae). Em campos abandonados,  Eryngium horridum mostrou exercer  uma  influencia na manutenção da biodiversidade, pois facilitou a sobrevivência de espécies herbáceas na matriz densa de gramíneas altamente competitivas.

Origem e distribuição
Planta Originária da América do Sul, com presença na Bolívia, Paraguai, Argentina, Uruguai e Brasil, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. É a Espécie mais frequente em solos não encharcados.

Morfologia
Planta herbácea, com folhas basais em roseta. Folhas coriáceas e com espinhos rígidos nas margens. Até o florescimento a planta parece pertencer ao grupo das monocotiledôneas, pelo aspecto geral. Desenvolve um caule desprovido de folhas com 1,0-2,0m de altura, podendo chegar a 3,0m em locais sombreados, que suporta as flores na região terminal, cuja denominação mais adequada é "escapo floral" (Font Quer, 1953).


Referência
FLORA DIGITAL RS - Disponível em:  http://www6.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=5012 - Acesso dia 14/10/2011.
FIDELIS, A.; OVERBECK, G.; PILLAR, V.D.;PFADENHAUER, J.; O PAPEL DE UMA HERBÁCEA NA MANUTENÇÃO DA BIODIVERSIDADE DE CAMPOS PASTEJADOS NO SUL DO BRASIL. Caxambu - MG. 2007 - Disponível em: http://www.seb-ecologia.org.br/viiiceb/pdf/311.pdf
FONT QUER, P.  Diccionario de Botánica. Barcelona: Labor. 1953
KISSMANN, G. K.; GROTH, D. - Plantas Infestantes e Nocivas. Tomo II. São Paulo: BASF Brasileira S. A., 1991-1992. 1ª Edição, 798 pgs.
THE PLANT LIST - Disponível em: http://www.theplantlist.org/tpl/record/kew-2799333. Acesso dia 10/09/11


sábado, outubro 08, 2011 0 comentários By: Anônimo
Ola Leitores do Aulas de Botânica.

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3. Deixe Sua Sugestão:
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Associados ao uservoice o aulas de botânica permite que todos os visitantes deixem sugestões, comentários para postagens diretamente do blog e que podem ser votadas e analisadas pelos próprios usuários do blog, e ainda, ele permite mostrar idéias próximas a sua.
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4. Fale Conosco:
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5. Design 2.0:
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6. Divulgue o Blog:
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            Seja sempre bem vindo ao Aulas de Botânica!

Luiz Henrique Skodowski
Acadêmico de Agronomia - UEPG
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