quarta-feira, dezembro 29, 2010 0 comentários By: Anônimo

Jardim Botânico de Kew


         Os Jardins Botânicos de Kew (http://www.kew.org/) é um dos mais extensos, antigos e prestigiosos jardins botânicos do mundo. Os Kew Gardens, como em geral são conhecidos, constituem um grande complexo de jardins, arboretos e estufas situados num vasto parque localizado entre Kew e Richmond upon Thames, na periferia sudoeste de Londres. Os jardins foram desde a sua origem dirigidos por naturalistas de renome mundial, contando-se entre os seus antigos directores botânicos célebres como William Aiton e Joseph Dalton Hooker. O atual director é Stephen Hopper.
         Os jardins de Kew são um centro ponteiro na investigação botânica, um lugar de treinamento para os jardineiros profissionais, e um lugar atraente para os visitantes. Os jardins estão distribuídos de maneira informal, com umas zonas mais elaboradas. Há grandes invernadeiros, um Herbario, e uma biblioteca.
        O Jardim Botânico de Kew consta com um dos maiores herbário do mundo com mais de 7 milhões de espécimes, usadas primeiramente para estudos de taxonomia vegetal
         O Kew é também um importante repositório de sementes, mantendo um importante banco de germoplasma - o Projeto Banco de Sementes do Milênio, com relevância para a conservação de múltiplas espécies de plantas ameaçadas de extinção no seu ambiente natural. O departamento de arquivos e bibliotecas do Kew retém uma das maiores coleções botânicas do mundo, com mais de meio milhão de ítens, incluindo livros, ilustrações botânicas, fotografias, cartas e manuscritos, jornais e periódicos e mapas. As bibliotecas de botânica econômica e micologia foram recentemente unidas à biblioteca do Jodrell Laboratory, onde ficam os laboratórios de fisiologia e anatomia vegetal bem como de estudos genéticos e moleculares em plantas.

sábado, dezembro 25, 2010 0 comentários By: Anônimo
quarta-feira, dezembro 22, 2010 0 comentários By: Anônimo

Jardim Botânico de Missouri



         Missouri Botanical Garden (www.mobot.org) é uma instituição americana de pesquisa científica e de conservação especializada no estudo da flora, e um dos maiores centros botânicos nos Estados Unidos. É considerado o mais importante centro de investigação no mundo nesta matéria, com projetos em curso em vários paises ha mais de 30 anos. Em particular, o MBG desenvolve atividades de pesquisa junto a organismos locais no Gabão, Guiné Equatorial e Camarões. O Jardim abriga dezenas de pesquisadores que trabalham para reforçar as competências científicas dos países em desenvolvimento para proteger e gerir a biodiversidade, antes que seja tarde demais. Com quase a metade de todas as plantas do mundo, inclusive plantas ameaçadas de extinção, realiza-se pesquisas para os potenciais benefícios para os seres humanos.
.....................................Climatron do MBG.....................................
         Possue uma casa de vegetação que utiliza a tecnologia chamada Climatron, que chega a 21 m de altura no centro e tem 53 m de diâmetro, cobre uma área de 2.230 m², o equivalente a mais de oito quadras de tênis. Nessa área são cultivadas mais de 1.200 espécies de plantas como orquídeas, bromélias, coqueiros, bananeiras, cafeeiros, e cacaueiros, todos disposto em um cenário com penhascos, cascatas, lagos, caminhos e pontes passando pela copa das árvores.A umidade elevada e a alta temperatura (21°C) são mantidas por um sistema de controle de clima computadorizado. Para conservar o calor durante a noite, os painéis de plexiglas originais foram substituídos por vidro e plástico tratados termicamente durante uma reforma executada entre 1988 e 1990, a única interrupção desde a fundação.
       Possue o maior banco de dados do mundo em informações botânicas de plantas, conhecido como “Trópicos” (http://www.tropicos.org/), contém registros na web totalmente pesquisável, sendo cerca de 900.000 nomes de plantas e cerca de 2 milhões de exemplares. Mais de 50.000 imagens de plantas também estão ligados aos seus registos em Trópicos.

Fonte: www.mobot.org

domingo, dezembro 19, 2010 0 comentários By: Anônimo

Flor de Natal



Nome científico: Euphorbia pulcherrima
Nome Popular: Flor do Natal, Estrela do mar,Papagaio.
Família: Euphorbiaceae.
Características: Efetivamente, aquilo que muitas pessoas julgam ser flores são apenas brácteas (Brácteas: folha colorida para a atração de polinizadores) modificadas que envolvem as pseudo-umbela (Umbela: tipo de inflorescência onde os pedúnculos de todas as flores saem de um mesmo ponto, tendo-as a mesma altura ou não) onde estão as pequenas flores, envolvidas por uma camada de tecido verde e uma glândula amarela (Nectário: Tecido secretor de nectar para a atração de polinizadores) que nasce apenas num dos lados da flor.
         

Lenda: Uma lenda mexicana tenta explicar a associação feita entre esta planta e o Natal. Uma menina, de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao menino Jesus por ocasião da missa de Natal. Não podendo adquirir uma oferta digna da sua vontade, expõe o seu problema ao seu primo, Pedro, que a acompanhava a caminho da igreja. Este a consola e diz-lhe que é o amor com que se dá uma oferta que valoriza a mesma, especialmente aos olhos de Deus. Pepita deixa-se convencer e vai recolhendo plantas vulgares das margens do caminho por onde passa. Quando chega à igreja, dá-se conta da pobreza da sua oferta e chora de tristeza. Tenta, no entanto, oferecer os pálidos ramos com todo o amor da sua alma. Então, frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidas de uma cor brilhante e vermelha. O povo reunido para a eucaristia fica espantado e declara o acontecimento como um milagre.


Fonte: http://www.cuidar.com.br
segunda-feira, novembro 29, 2010 0 comentários By: Anônimo

Caraguatá




Nome científico: Platyaechmea distichantha (Lem.) L.B.Sm. et W.J.Kress.
Nome Popular: Caraguatá
Família:  Bromeliaceae.
Características: Ocorre até 1.500 m de altitude, do México ao Brasil, de folhas dispostas em roseta (um tipo de filotaxia com entrenós muito curtos), serreadas (formato do bordo, cujo a margem e dividida em pequenos lobos agudos e direcionados para o ápice), inflorescência corimbosa (Corimbo: tipo de inflorescência cujo as flores tem pedúnculo de tamanhos diferentes, mas que alcançam todos a mesma altura) com muitas flores e escapo (tipo de ramo caulinar que só produz flores) muito curto, com brácteas vermelhas e pétalas róseas.

Colaboração da Prof. Dra Rosângela Capuano.
quinta-feira, novembro 25, 2010 0 comentários By: Anônimo

Carobinha




Nome científico: Jacaranda puberula Cham.
Nome Popular: Carobinha
Família: Bignoniaceae
Características: Possue corola pentâmera (Possue cinco pétalas), gamopétalas (as pétalas se encontram unidas) com androceu olegostêmone ( quatro estâmes portanto menor que numero de petalas) com estames didínamos (dois maiores e dois menores) e epipétalos (unidos as pétalas). Com ovário supero (ovário superior as sépalas), e bicarpelar (posssue dois carpelos) e bilocular (com dois lóculos). As sementes são aladas e produzidas num fruto seco deicente (se abre sozinho) denominado cápsula loculicida (porque se abre na porção do lóculo) . A sua utilidade vai de raiz até as folhas. Além de um depurativo do sangue, anti-reumático, cicatrizante em queimaduras, seus frutos e sementes são utilizados para arranjos florais.

Colaboração da Prof. Dra Rosângela Capuano Tardivo.
segunda-feira, novembro 22, 2010 0 comentários By: Anônimo

Cactus Bolinha



Nome científico:  Parodia ottonis (Lehm.) N. P. Taylor var. Villa-vilhencis (Backberg & Voll.) N. P. Taylor
Nome Popular: Cactus Bolinha
Família: Cactaceae
Características:  Cacto globoso, suculento, com sulcos longitudinais cobertos de espinhos dourados, as folhas inexistem e a planta apresenta “corpo” de coloração verde. As flores são solitárias, grandes, de coloração amarela, localizadas na parte superior da planta.

Colaboração da Prof. Dra Rosângela Capuano Tardivo.
quarta-feira, novembro 17, 2010 0 comentários By: Anônimo

TEMA 3 - Estratégia de Reprodução em Algas, Fungos, Briófitas, e Pteridófitas


TEMA 3 - Estratégia de Reprodução em Algas, Fungos, Briófitas, e Pteridófitas.

Colaboração da Profª. Dra. Rosemeri S. Moro

TEMA 2 - Morfo-Ecofisiologia de Cianobactérias.


TEMA 2 - Morfo-Ecofisiologia de Cianobactérias.

Colaboração da Profª. Dra. Rosemeri S. Moro

TEMA 1 - Evolução dos Autótrofos.


TEMA 1 - Evolução dos Autótrofos Fototróficos


Colaboração da Profª. Dra. Rosemeri S. Moro

Botânica Criptogâmica - Programa de Disciplina



Segue abaixo o Link para Download do Programa de Disciplina :
BOTÂNICA CRIPTOGÂMICA (303194 - 102 h – 1º. semestre)


Monocotiledônias

EUANGIOSPERMAS: Monocotiledôneas

INTRODUÇÃO

Como mencionado anteriormente, até a década de 1990, as angiospermas eram divididas em duas classes, Magnoliopsida (Dicotyledoneae) e Liliopsida (Monocotyledoneae), ou seja, dicotiledôneas e monocotiledôneas, respectivamente, distinguidas por uma combinação de caracteres. Nesse sistema de classificação, as monocotiledôneas eram reconhecidas pela presença de apenas um (vs. dois) cotilédone, sistema radicular fasciculado (adventíceo), sem um eixo principal (vs. pivotante ou axial, com um eixo principal), crescimento herbáceo-arbustivo, não lenhoso; pelos feixes vasculares dispersos e crescimento secundário, quando presente, ocorrendo através de aumento do tecido parenquimatoso. (Completo em PDF).



Este arquivo não é de nossa autoria, disponível para Download Gratuitamente pelo site Mobot.

Rainha do Abismo




Nome cientifico:  Sinningia canescens (Mart.) Wiehler
Nome Popular: Rainha do Abismo
Família: Gesneriaceae
Características: Espécie com hábito rupicola (cresce sobre rochas), epifita (cresce sobre outras plantas) ou ainda, terrestre. Passam grande parte do tempo sem folhas, mas tem um "rizoma" (tipo de caule subterrâneo que cresce horizontalmente) que guarda reservas energeticas para rebrotar na primavera com suas folhas carnudas e aveludadas, e florir. Vive próximo a encostas, por isso, é chamada de "rainha do abismo".


Colaboração da Prof. Dra Rosângela Capuano Tardivo.
domingo, outubro 03, 2010 0 comentários By: Anônimo

Polinizaçao em Ipomoae cairica (L.) Sweet

POLINIZAÇÃO EM Ipomoae cairica (L.) SWEET.
(CONVOLVULACEAE).
Rita C.S. MAIMONI – RODELLA*
Roberto Antônio RODELLA*
Ayrton AMARAL JÚNIOR *
Yukito YANAGIZAWA*

RESUMO: Realizou-se um estudo sobre polinização de Ipomoea cairica (L.) Sweet., uma planta invasora ocorrente na região de Jabuticabal – SP, Brasil. A espécie é uma trepadeira lenhosa que ocorre em terrenos baldios , margens de estradas e em diversas culturas. A polinização de I. Cairica é feita por abelhas, sendo Melitoma segmentária, Exomalopsis (Megamalopsis) fulvofasciata (Anthophoridaei), e Trigona (Trigona) spinipes (Apidae) os polinizadores. Borboletas (Hesperiidae) e Eulaema (Apeulaema) Nigrita (Apidae) são pilhadoras, pois vizitam as flores e coletam néctar, introduzindo seu aparato bucal sem tocar os órgans reprodutores da flor. Verificou-se ainda que I. Cairica necessita de agentes polinizadores para que haja produção de sementes.

UNITERMOS: Ipomoea cairica (L.) Sweet.; Convulvulaceae; polinização; planta invasora.

sexta-feira, agosto 27, 2010 0 comentários By: Anônimo

Sementes





SEMENTE
(Colaboração da Prof. Dra Rosângela Capuano Tardivo.)


É o ovulo maduro, fecundado.
Consiste de 3 partes: EMBRIÃO, ENDOSPERMA, TEGUMENTO SEMINAL (CASCA).
Embrião e edosperma à produtos da dupla fecundação
Tegumento da semente à tegumento do óvulo

Gimnospermas – tem endosperma primário – endosperma já existente no óvulo da fecundação.
Angiospermas – endospermas – endospermas verdadeiro, resultante da dupla fecundação.
- SEMENTE - constitui a unidade reprodutiva e o inicio da outra geração.
                -protege o embrião (novo espófito) – contra o ataque de microorganismos, insetos, danos mecânicos, dessecação. É a estrutura crucial na evolução das plantas terrestres. É o meio pelo qual o novo indivíduo é disperso.

Existe uma grande diversidade estrutural: sementes minusculas (orquídeas)
            Mora oleifera – ca. 1 Kg.
            Lodóicea maldivica – sementes + pericarpo – 20 Kg

DESENVOLVIMENTO DA SEMENTE DE ANGIOSPERMAS:

Após a dupla fecundação o zigoto permanece quiscente por algum tempo. Depois, o zigoto sofre uma serie de divisões mitoticas, originando o EMBRIÃO. Este processo e denominado embriogênese (processo semelhante em todas as fanerógamas).
            A diferença ocorre com a formação dos cotilédones ( folhas embrionárias, as primeiras folhas de um esporófito).
COTILÉDONES:         1 nas MONOCOTILEDÔNEAS
                                    2 nas DICOTILEDÔNEAS
                                    3 a vários – GIMNOSPERMAS.
EMBRIÃO MADURO e formado por uma raiz embrionária – RADÍCULA; um caule embrionário e de 1, 2  ou + cotilédones. A zona epicotiledonar é denominada epiótilo e a zona hipocotiledonar, hipocótilo.
Poliembrionia é a ocorrencia de mais de um embrião em uma semente.
Causas - clivagem da oosfera, formando várias células iniciais zigóticas;
            - existencia de vários sacos embrionário;
Ex: Poa Alpinia (Gramineae); opuntia spp. (Cactaceae);

O endosperma e o tegumento passam por mudanças caracteristicas do grupo de plantas a semente pertença

O endosperma, na maioria das dicotilêdones, é absorvido pelo embrião em desenvolvimento. O endosperma é altamente desenvolvido nas sementes de gramíneas: arroz, milho, trigo (fontes essenciais da aliamentação humana).

Sementes ALBUMINOSAS OU ENDOSPERMADAS – conservam endosperma, quando maduras.

Sementes EXALBUMINOSAS OU EXOSPERMADAS – destituidas de endosperma quando maduras. Ex. Leguminosas, orquídeas, compostas.

Substâncias de reserva variam:           nos cereais – amido no endosperma
                                                                    Mamona – óleo no endosperma
                                                                                Amendoim – óleo no cotilédones
                                                                    Soja – proteina nos cotilédones.
% média por composição

Proteína
óleo
Carboidratos

Cereias:
Milho (Zea)
10
5
80
end
Cevada (Hordeum)
12
3
76
end
Aveia (Avena)
13
8
66
end
Centeio (Secale)
12
2
76
end
Trigo (Triticum)
12
2
75
end
Legumes
Ervilha (Pisum)
25
6
52
cot
Amendoin (Arachis)
31
48
12
cot
Soja (Glycine)
37
17
26
cot
Outros
Mamona (Rícinus)
18
64
-
end
Pinho (Pinus)
35
48
6
end 1º
Bewley & Black, 1986

Tegumentos da semente –       TESTA – (tegumentos externo do óvulo)
                                               TÉGMEN – (tegumento interno do óvulo)
            Quando o óvulo possui um único tegumento, este será a testa

Função do Tegumento:
1)      Proteção do Embrião
2)      Processo de dormência ou germinação
Tegumento impermeável à água – comum em várias angiospermas
Germinação ocoore depois da quebra do tegumento: ação de microorganismos e fungos; ácidos do solo; alternancia de temperaturas altas e baixas; Ação de animais (ácido digestivo).
3)      Dispersão das sementes: Tegumento carnoso – atrai animais; estruturas diferenciais – pelôs (algodão, painera); asas – sementes aladas (ipê); tecidos de cor viva – Magnólia, Osmosia.

No tegumento seminal pode-se diferenciar: MICRÓPILA – como um poro; HILO – cicatriz o funículo – (pedunculo que sustenta o óvulo) e RAFE – região saliente proveniente da base do funiculo + o tegumento.

Estruturas especiais:
CARÚNCULA – estrutura carnosa, presentes na extremidades da micrópila, resultante da proliferação de celulas do tegumento externo.
-Dispersão (formigas);  germinação (absorção de água).
ARILO- surge do funículo, envolve o óvulo parcial ou totalmente, após a fecundação. Na semente madura – arilo carnoso, pulposo, incolor, ou muito colorido.
Ex:       Maracuja – mucilaginoso, tranparente, contendo óleo e amido
Ingá, mamão – testa comestível, pulposa. –Sarcotesta.
 CARIÓPSES DOS CEREAIS – (Graminae) – testa da semente unida em toda a extensão ao pericarpo do fruto.
Embrião: COLEÓPTILE
            RAIZ EMBRIONÁRIA (RADÍCULA) – envolvida pela COLEORRIZA
            ESCUTELO – único cotiledone da semente, disposto em contato direto com o endosperma;

GERMINAÇÃO

Dispersãoà meio favorável, umido à germinação
Longevidade da semente – alguns meses ou anos; ( algumas 80 a 100 anos!).

GERMINAÇÃO – embebidação à grande aumento do volume da semente à rompimento do tegumento seminal à crescimento do embrião.
Primeira parte a sair à raiz primária, penetra o solo (geotrop. +)
Processo oposto à raiz à outro eixo se desenvolve, geotropismo negativo à caule e as folhas
- cotilédones erquidos do chão à germinação EPÍGEA
Milho – único cotilédone permanece dentro do grão à germinação HIPÓGEA
terça-feira, agosto 24, 2010 0 comentários By: Anônimo

EMBRIÃO

- EMBRIÃO –
PARTES CONSTITUINTES

Radícula – raiz rudimentar.
Gêmula ou plúmula - é o cone vegetativo apical, co os primódios das primeiras folhas propriamente ditas.
Cotilédone - é a primeira ou são as primeiras folhas das Phanerogamae.
Caulículo – é a porção caulinar do embrião.

NÚMERO DE COTILEDONES

O embrião pode ter:
Um cotilédone: caracteriza as Monocotyledoneae.
Dois cotilédones : caracterizam as Dicotyledoneae.
Vários cotilédones: em muitas Gymnospremae.
Ex: Pinus sp

RESERVAS DA SEMENTE


- RESERVAS DA SEMENTE –
TIPOS DE RESERVA

Albume ou endosperma secundário -  já definido anteriormente. É posterior à fecundação. Pode ocorrer na semente ou desaparecer durante a formação do embrião.
Ex: milho.
Perisperma – tecido originado pela parte da nucela, persistente, durante a formação do albume. O perisperma pode ser a única reserva da semente ( Cannaceae) ou ocorre juntamente com o albume (Piperaceae).
Endosperma ou end. Primário – tecido originado do macrósporo e, portanto, haplóide. É anterior à fecundação.
Ex: Gymnospermae

SEMENTES QUANTO À PRESENÇA DE ALBUME

Albuminadas – com tecidos de reservas.
Exalbuminadas – sem tecidos de reservas.
Ex: orquídeas, Leguminosae.

TEGUMENTOS




- TEGUMENTOS -
TIPOS DE SEMENTES QUANTO AO NÚMERO DE TEGUMENTOS

Bitegumentadas – constituídas de testa (externo) e tegma  (interno).
Ex: Angiospermae
Unitegumentadas – constituídas de um tegumento.
Ex: Gymnospermae
Ategumentadas – sem tegumentos, estando a amêndoa protegida diretamente pelo pericarpo do fruto.
Ex: Loranthaceae.

TEGUMENTOS SUPLEMENTAR

Arilo - excrescência carnosa que se forma no funículo ou no hilo, cobrindo a semente total ou parcialmente.
Ex: maracujá
Arilóide – excrescência que se origina do tegumento em torno da micrópila
Ex: noz-moscada
Carúncula – excrescência do tegumento, de pequenas dimensões, junto à micrópila.
Ex: mamona