terça-feira, maio 29, 2012 0 comentários By: Micheli Gabardo

Interior do Herbário HUPG I

 O   interior do Herbário HUPG, apresentado nas fotos ao lado, apresenta  suas inúmeras exsicatas armazenadas em vários armários de metal, sendo que  estes ficam situados em uma sala que apresenta o ambiente controlado  para que não haja contaminações  por vias exteriores às exsicatas, o acesso a sala que contém as exsicatas, é restrito aos funcionários para assim garantir   a segurança do material.



Referências:

Acervo HUPG- Herbário da Universidade Estadual de Ponta Grossa.http://aulasdebotanica.blogspot.com/p/hupg.html.
Agradecimentos à Renoaldo Kaczmarech (biólogo responsável)

Imagens: HUPG, by Micheli Gabardo.
sábado, maio 26, 2012 1 comentários By: Lorena Benck

MORFOLOGIA DO CAULE: Tipos de ramificação

    A morfologia do sistema caulinar é determinada pelo tipo de ramificação apresentada, sendo os principais tipos (Ferri, 1970):

1) SISTEMA  MONOPODIAL
     O crescimento do caule se dá pela atividade de uma única gema apical, que persiste por toda a vida da planta. O eixo caulinar primário formado por tecidos derivados de uma única gema apical, é mais desenvolvido que os demais e cresce verticalmente, enquanto, os  ramos laterais têm crescimento oblíquo e são menos desenvolvidos, como se vê na maioria dos pinheiros.


2) SISTEMA SIMPODIAL
     Várias gemas participam da formação de cada eixo. Isto acontece porque a gema apical cessa a sua atividade, sendo logo substituída por uma gema lateral, que passa a atuar como principal, e assim por diante, ou porque o eixo principal perde a sua dominância sobre os ramos laterais. O eixo principal é formado por tecidos originados das diversas gemas que se substituem gradativamente. Enquadram-se neste grupo a maioria das árvores.


Fontes:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Morfofisiologia_vegetal/morfovegetal3.phpCASTRO, W.S.; LIMA, C.C.A.; SILVA, L.J. Apostila de morfologia externa vegetal.Universidade Federal de Uberlândia – Instituto de Biologia, 2006.
FERRI, M. G. 1970. Botânica - Morfologia Externa das Plantas (Organografia). São Paulo: Edusp.
quarta-feira, maio 23, 2012 0 comentários By: Anônimo

Normas dos Marcadores

Atenção Acadêmicos:

As postagens dos Acadêmicos de Licenciatura em C.Biológicas deve ser colocada sobre o marcador:
"Lic. em C.Biológicas UEPG - 2012"

As postagens dos Acadêmicos de Agronomia deve ser colocada sobre o Marcador:
"Agronomia UEPG - 2012"


A avaliação das postagens será feita somente com presença do marcador.
Atenciosamente: Aulas de Botânica
terça-feira, maio 22, 2012 0 comentários By: Micheli Gabardo

Exemplar Ipomoea cairica






A espécie I. cairica ou glória da manhã é uma trepadeira, planta herbácea, ramificada, com exuberantes flores lilás, e pode ser utilizada como planta ornamental (LORENZI; SOUZA, 2001). É nativa do Brasil e é encontrado em vários tipos de ambientes:. Campos abertos, terrenos baldios, margens de áreas florestais e beiras de estradas (FERREIRA; MIOTTO, 2009)





     
       Fonte: HUPG, by Micheli Gabardo
Referências:

LORENZI, H.; SOUZA, V.C. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3° ed. Nova Odessa: Plantarum, 2001, 448p.

FERREIRA, P.P.A.; MIOTTO, S.T.S. Sinopse das espécies de Ipomoea L. (Convolvulaceae) ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, v.7, n.4, p.440-453, 2009.

GRASIELA BRUZAMARELLO TOGNON, Ciênc. agrotec. vol.36 no.3 Lavras May/June 2012. Obtido em : http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-70542012000300007&script=sci_arttext, Acesso em 20/05/2012.
sábado, maio 19, 2012 0 comentários By: Lorena Benck

MORFOLOGIA DA RAÍZ: Raízes Aéreas

     Enquadram-se neste grupo as raízes que se desenvolvem parcialmente ou totalmente em contato com a atmosfera, apresentando adaptações estruturais e funcionais (Font Quer, 1985). As raízes aéreas são comuns entre as plantas epífitas e são todas consideradas adventícias quanto à origem (BOLD, 1976), e são classificadas em:

     a) RAÍZES-SUPORTE 
http://www.plantiodireto.com.br/?body=cont_int&id=744
São as raízes que se originam a partir do caule (adventícias) e vão até o solo, além da função de auxiliar no equilíbrio do indivíduo, as raízes suporte também têm papel na fixação e absorção de nutrientes. Exemplo: milho. 

     b) RAÍZES-CINTURA
Estas raízes são aquelas que se desenvolvem ao redor de um suporte. Suas paredes celulares são fortalecidas com lignina e com velame, que se trata de uma epiderme pluriestratificada, que absorve toda a água despejada pelo caule. Este tipo de raiz é comum nas epífitas. 

     c) RAÍZES-ESTRANGULANTES
Estas raízes possuem uma grande quantidade de ramificações, que têm o tronco das árvores como suporte para se enrolarem. Esse tipo de raiz não permite o desenvolvimento do vegetal, pois seu crescimento em espessura determina o estrangulamento da planta. Exemplo: mata-pau, cipó. 

     d) RAÍZES TUBULARES 
São as raízes dispostas radialmente em torno da base do caule, e servem para aumentar a base de apoio de plantas de grande porte, auxiliando no equilíbrio e na sustentação do tronco, além de aumentarem a superfície de aeração. Sua principal característica é a forma aplanada. 

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/
 e) RAÍZES RESPIRATÓRIAS OU PNEUMATÓFOROS
São as raízes encontradas em ambientes aquáticos e estéreis; apresentam geotropismo negativo, e possuem pneumatódios, que são poros apropriados para captar oxigênio. 

    f) RAÍZES GRAMPIFORMES
É o tipo de raiz que tem uma ligação forte com o substrato. Permite a fixação do vegetal em locais com declives. Exemplo: Hera, Hera-miúda e em algumas epífitas.



g) RAÍZES SUGADORAS OU HAUSTÓRIOS
Estas raízes são características de plantas parasitas. No ponto de contato do caule da planta parasita com o hospedeiro forma-se, inicialmente, uma raiz adventícia discóide, semelhante a uma ventosa denominada apressório. Algumas células do centro do apressório penetram na casca do hospedeiro, formando os haustórios, que se ramificam e crescem até atingir os tecidos vasculares do hospedeiro. Segundo HAVEN et.al 2001, podem ser classificada em hemiparasitas ou holoparasitas:

- Hemiparasita: quando a raiz penetra no caule de outra planta, atingindo o tecido lenhoso, e absorvendo a seiva inorgânica;

- Holoparasita: quando a raiz penetra no caule de outra planta, atingindo o tecido liberiano, e absorvendo a seiva orgânica.

http://www.infoescola.com/plantas/raiz/

Fontes:
http://www.colegioweb.com.br/biologia/tipos-de-raiz.htmlBOLD, H. C. 1976. O reino vegetal. Edgard Blucher. São Paulo. 189 p.
FONT QUER, P. 1985. Diccionario de Botânica. 9a ed. Editorial Lobos. Barcelona.
RAVEN, P.H.; Evert, R.F. & Eichhorn, S.E. 2001. Biologia vegetal. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.

terça-feira, maio 15, 2012 0 comentários By: Micheli Gabardo

Herbário Virtual do Instituto de Botânica



     A idéia de possibilitar o acesso virtual ao acervo do Herbário do Instituto de Botânica surgiu há alguns anos na instituição. Refletindo sobre a importância desse herbário e as dificuldades que enfrentava alguém interessado em consultá-lo, pesquisadores resolveram iniciar o trabalho e fotografar as amostras do acervo com um equipamento fotográfico digital.

     Para isso foi solicitado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, através de seu Programa de Infra-Estrutura, um auxílio para implementar essa idéia. O auxílio foi aprovado e o trabalho iniciado.

     Os tipos do Instituto de Botânica somam atualmente mais de 2000 coleções, cuja digitalização está em andamento. Além das imagens, estão também disponíveis informações sobre: nomes dos autores, abreviados segundo Brummitt & Powell, 1992 (Authors of Plant Names. Kew, Royal Botanic Gardens), publicação, categoria do tipo, local e data da coleta, número e nome do coletor e número de registro no Herbário.

Referências:

http://www.ibot.sp.gov.br/colecoes/herbario/tipos.htm, Acesso em 06/04/2012.

http://www.ibot.sp.gov.br/colecoes/herbario/herbario_virtual.php, Acesso em 06/04/2012.

segunda-feira, maio 07, 2012 0 comentários By: Micheli Gabardo

Exemplar do Herbário HUPG

     O exemplar de Ipomoea cairica (L.) Sweet., da família Convolvulaceae, coletado na cidade de Ponta Grossa, PR no bairro de Olarias , foi coletadoi por Inês mattozo no ano de 1968 sendo determinado por O. Guimarães em 1969, a exsicata foi uma das primeiras plantas coletas que deram início à coleção .

Ipomoea cairica, Fonte HUPG by Micheli Gabardo.

Refêrencias:
Acervo HUPG- Herbário da Universidade Estadual de Ponta Grossa.http://aulasdebotanica.blogspot.com/p/hupg.html.
Agradecimentos à Renoaldo Kaczmarech (biólogo responsável).
sábado, maio 05, 2012 0 comentários By: Lorena Benck

MORFOLOGIA DA RAIZ: Raízes Aquáticas.

     São raízes que se formam em plantas aquáticas e destacam-se pela abundância em aerênquima, um tecido com um grande volume de espaços internos, que auxiliam a planta na flutuação e na respiração (Gemtchujnicov, 1976).
     De acordo com Castro (2006), podem ser classificadas em:

1. Lodosas: 
     Plantas aquáticas que possuem as raízes fixas no substrato, nos pântanos e no fundo de rios e lagos. Exemplo: vitória-régia (Victoria amazônica - Nymphaeaceae). 

2. Natantes:
     Plantas aquáticas que flutuam livremente na água. Exemplo: aguapé (Eichhornia crassipes, Pontederiaceae).

Fontes:http://www.colegioweb.com.br/biologia/tipos-de-raiz.html 
CASTRO, W.S.; LIMA, C.C.A.; SILVA, L.J. Apostila de morfologia externa vegetal. Universidade Federal de Uberlândia – Instituto de Biologia, 2006. 
GEMTCHUJNICOV, I. D.; Manual de taxonomia vegetal. Editora: Agronomica Ceres, São Paulo – 1976; 368 p.
Fonte imagem 1: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=16546