quarta-feira, agosto 31, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Ipê-de-jardim - Tecoma stans.


Nome Científico: Tecoma stans.
Sinonímia: Tecoma mollis, Bignonia frutescens, Bignonia stans, Gelseminum stans, Stenolobium quinquejugum, Stenolobium stans, Stenolobium tronadora, Tecoma incisa, Bignonia incisa.
Nome Popular: Ipê-de-jardim, ipê-amarelo-de-jardim, ipêzinho-de-jardim, bignônia-amarela, sinos-amarelos, ipê-mirim, guarã-guarã, carobinha, amarelinho.
Família: Bignoniaceae.
Divisão: Angiospermae.
Origem: Estados Unidos, México e América do Sul.
Ciclo de Vida: Perene.

O ipê-de-jardim é uma arvoreta bastante ramificada, que pode alcançar 4 a 6 metros de altura. Ele apresenta folhas compostas por folíolos ovais-lanceolados, sub-sésseis e de bordas serrilhadas. As inflorescências são terminais ou axilares, com muitas flores tubulares, amarelas, muito parecidas com as do Ipê-amarelo (Tabebuia spp). A floração é maior nos meses mais quentes, mas pode perdurar durante o outono. Os frutos são cápsulas glabras deiscentes, compridas e contém muitas sementes aladas.

No paisagismo é apropriada isolada ou em grupos, formando renques. No entanto sua utilização é controversa, pois apesar de ser muito ornamental é considerada uma perigosa planta invasora, capaz de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas. Isto se deve à sua grande capacidade de produzir sementes viáveis e ao seu rápido crescimento.

O ipê-de-jardim é uma planta muito rústica, e deve ser cultivada à pleno sol, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas nos períodos mais secos. Tolerante às geadas. Multiplica-se por sementes e por estaquia.

Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/tecoma_stans.php
domingo, agosto 28, 2011 0 comentários By: Anônimo

Ipê Amarelo



Família: Bignoniaceae
Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith
Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso
Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.

            O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas.A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas. 

            O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais. As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.

            Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas. As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada.
           As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm. Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes. As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas.
           A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo. 

Fonte: http://www.ipef.br/identificacao/tabebuia.alba.asp
sábado, agosto 27, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Trapoeraba - Commelina erecta

Nome Científico: Commelina erecta.
Sinonímia: Commelina undulata, Commelina virgica, Commelina elegans.
Nome Popular: Trapoeraba, santa-luzia, andaca.
Família: Commelinaceae.
Divisão: Angiospermae.
Origem: América Tropical.
Ciclo de Vida: Perene.

A trapoeraba é uma herbácea florífera originária dos trópicos, mas que possui grande capacidade de adaptação e hoje em dia pode-se vê-la em climas subtropicais e temperados. Ela apresenta folhas lanceoladas ou lineares, glabras, verdes, macias e de margens arroxeadas, onduladas e com cílios brancos. As hastes são eretas a ascendentes, com cerca de 40 cm de altura e facilmente enraizam quando os nós tocam o solo. As flores são axilares e apresentam duas pétalas azuis, grandes e vistosas e uma terceira pequena, branca e discreta. A floração ocorre na primavera e no verão.

É uma planta muito rústica, mas que não tolera períodos muito secos. Adequada para a formação de maciços e renques junto a muros, sendo excelente para cobrir o solo em torno do tronco das árvores, como forração de meia-sombra. Pode ser plantada em vasos e jardineiras também.

Devem ser cultivadas sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, leve e enriquecido com muita matéria orgânica, mantido úmido. Devido à sua grande capacidade de adaptação e multiplicação, a trapoeraba pode se tornar invasiva. Multiplica-se por estaquia e por sementes.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/commelina_erecta.php
quarta-feira, agosto 24, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Vassoura - Sida sp

Nome Científico: Sida sp.
Nome Popular: Vassoura, relógio, guaxima, guanxuma, guanxuma-branca, malva-preta, malva-brava, chá-da-índia, vassoura-de-relógio, vassourinha, malva, vassoura-do-campo.
Família: Malvaceae.
Divisão: Angiospermae.
Origem: Américas.
Ciclo de Vida: Perene.

A vassoura é uma planta herbácea, de reconhecido valor medicinal, originária das Américas. Apresenta folhas simples em forma de losango, ou oval-lanceoladas, com bordos serrilhados. Seus ramos vão lignificando com o tempo, motivo pelo qual também é considerada um sub-arbusto. As flores são amarelas, com cinco pétalas, com o centro avermelhado às vezes.

 Há muitas espécies de Sida, todas consideradas daninhas, principalmente em pastagens, pois o fato de não serem palatáveis ao gado favorece sua permanência e multiplicação nos campos. Algumas espécies são utilizadas na fitoterapia popular ou substituirem a juta na produção de cordas e sacos de aniagem, devido à resistência de suas fibras. É bastante popular sua utilização para a confecção de vassouras artesanais, o que lhe valeu um dos nomes populares.

Na década de 30, na Índia foi estimulada a produção de Sida rhombifolia para a obtenção de fibras, e atualmente é grande a sua importância medicinal neste país, onde recebe o nome popular de "bala". A espécie Sida carpinifolia é tóxica quando ingerida, sendo responsável por intoxicações naturais em animais, provocando alterações neurológicas.

A vassoura é muito rústica e se desenvolve sob sol pleno ou meia-sombra, adaptando-se a solos pobres ou férteis. É uma planta originária de trópicos e subtrópicas e portanto não é tolerante ao frio excessivo. Multiplica-se por sementes.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/sida_sp.php
sábado, agosto 20, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Reflexo da Evolução dos Vegetais - FORMA X FUNÇÃO


Reflexo da Evolução dos Vegetais - FORMA  X  FUNÇÃO
Clique abaixo para fazer o download do arquivo:


Fonte: Prof. Dalva Cassie Rocha
quinta-feira, agosto 18, 2011 0 comentários By: Anônimo

Araucaria angustifolia



Ordem: Coniferae
Classe: Coniferopsida
Família: Araucariaceae
Espécie: Araucaria angustifolia (Bertoloni) Otto Kuntze
Nome comum: Pinheiro-do-Paraná, Pinheiro-Brasileiro, Brazilian Pine

           A espécie Araucaria angustifolia é nativa do Brasil e possui uma ampla área de distribuição, contribuindo para que o pinheiro-do-paraná se diferencie em raças locaisou ecotipos, em variedades, a saber: Araucaria angustifolia: elegans, angustifolia, caiova, indehiscens, nigra, striata, semi-alba ealba.
           A Araucária é perenifólia, com altura variando de 10 a 35 m e DAP entre 50 e 120 cm, quando adulta. O tronco é reto e quase cilíndrico; se ramificando em pseudo-verticilos, com acículas simples, alternas, espiraladas, lineares a lanceoladas, coriáceas, podendo chegar a 6 cm de comprimento por 1 cm de largura. Possui casca grossa (até 10 cm de espessura), de cor marrom-arroxeada, persistente, áspera e rugosa. 
          Trata-se de uma planta dióica (há árvores femininas e masculinas), podendo ser monóica quando submetida a traumas ou doenças. Há predominância de pinheiros masculinos tanto em áreas de ocorrência natural, como em plantios. A floração feminina ocorre o ano todo; já a masculina ocorre de agosto a janeiro. 
          A polinização é predominantemente anemocórica (pelo vento) e, dois anos após esse evento, as pinhas amadurecem. A Araucaria angustifolia é uma espécie muito exigente em condições de fertilidade e física do solo, principalmente para o fator profundidade. Os solos adequados para o cultivo do pinheiro-do-paraná são, portanto, os Latossolos Vermelhos com horizonte A bem desenvolvido, altos teores de cálcio e magnésio, profundos, friáveis, porosos, bem drenados, com boa capacidade de retenção de água e textura franca a argilosa 

Fonte: http://www.ipef.br/identificacao/araucaria.angustifolia.asp
domingo, agosto 14, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Folhas Modificadas


São folhas que têm funções especiais e, por isso mesmo, suas formas se adaptam a essas especializações. São exemplos:

Espinho - folha modificada para economia de água

Escama - folha geralmente subterrânea modificada que protege brotos, como, por exemplo, no lírio

Catáfilo - folha subterrânea modificada que protege o broto nos bulbos tunicados, como na cebola

Gavinha - folha modificada para permitir a fixação dos caules sarmentosos

Bráctea - folha modificada que acompanha as flores com função de proteção ou atração

Espata - bráctea especial que protege as inflorescências do copo-de-leite e do antúrio

Carnívorora ou insetívora - folha adaptada para atrair, capturar e digerir pequenos animais que vão ser utilizados como adubo.
quarta-feira, agosto 10, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Tipos de Folhas

- Folhas incompletas são aquelas em que falta ou pecíolo, ou estípulas ou baínha.

- Folhas com ócrea são folhas em que as estípulas são grandes e se abraçam ao redor do caule.

- Folha invaginante é a que têm bainha grande para aumentar sua fixação.

- Folha séssil não apresenta pecíolo e o limbo se fixa diretamente ao caule.

Fonte: http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/botanica/anatomia_vegetal/folha/folha.html
domingo, agosto 07, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Pé - de - galinha - Eleusine indica (L.) Gaertn



Nome Científico: Eleusine indica (L.) Gaertn.

Sinonímia: Cynosuros indicus, Eleusine gracilis, Eleusine domingensis, Cynodon indicus, Chloris repens, Eleusine glabra, Eleusine indica var major, Eleusine distans, Eleusine scabra, Eleusine textilis.

Nome Popular: Pé-de-galinha, capim-pé-de-galinha, capim-de-coroa-d’ouro, capim-de-pomar, capim-d’ouro, pata-de-galinha, capim-da-cidade, capim-de-burro, grama-de-coradouro, grama-sapo, pé-de-papagaio, capim-fubá, flor-de-grama.

Família: Poaceae.

Divisão: Angiospermae.

Origem: Ásia.

Ciclo de Vida: Anual.

Desenvolve-se bem em qualquer tipo de solo, sendo presença marcante em beiras de estradas e terrenos baldios além de infestar diversas culturas. Relativamente resistente à seca e a alta umidade. Dissemina-se principalmente por ação de animais, visto que suas sementes não são digeridas. Hoje está distribuída pelas regiões tropicais, subtropicais e temperadas do mundo. No Brasil é encontrada em todo o território, sendo comum no sul, sudeste, centro-oeste e terras firmes da região Amazônica.

O capim-pé-de-galinha tem grande plasticidade, suas sementes germinam em qualquer época do ano, porém no inverno o crescimento é mais lento embora a produção de sementes seja igualmente elevada. Existem casos de resistência a certos herbicidas no centro-oeste para essa espécie.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/eleusine_indica.php
quarta-feira, agosto 03, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Herbário FUEL

O Herbário da Universidade Estadual de Londrina foi iniciado em 1982 e, em 1985 foi incluido no cadastro no Index Herbariorum. Além das atividades de pesquisa do departamento, o herbário FUEL atende pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de Agronomia, Química, Farmácia e tecnologia de Alimentos e Medicamentos. O herbário FUEL apresenta uma série de intercâmbios de material com mais de 40 instituições nacionais e estrangeiras, além de visitas de pesquisadores. Os intercâmbios de material englobam empréstimos de amostras para estudo e também a permuta de duplicatas visando identificação por pesquisadores da Universidade ou somente incremento no acervo.

Estão mantidas, atualmente, cerca de 40.000 amostras, principalmente sob a forma de material seco, predominando as Angiospermas. Estas amostras provém em sua maioria do Estado do Paraná, principalmente da bacia do rio Tibagi, além de outros municípios no Brasil. As coleções de algas em meio líquido somam aproximadamente 650 amostras de fitoplâncton e perifiton, sendo a quase totalidade da bacia do rio Tibagi. A coleção de macro-fungos foi iniciada recentemente incluindo predominantemente material do município de Londrina (PR). O herbário está mudando para um novo prédio, o acervo ficará acomodado em uma sala de 76,5 m2, acomodando um total atual de 50 armários de aço para exsicatas, um armário com gavetas para macro-fungos e brófitas e um para algas. Os tipos nomenclaturais estão em separado dentro da coleção.

Cerca de 40 caixas de folha-de-flandres também são utilizadas durante o desenvolvimento de pesquisas até que o estudo esteja completo e os testemunhos possam ser incluídos na coleção. Também servem de apoio a separação de duplicatas a serem enviadas para permuta. Os dados das amostras estão incluídos em um banco de dados, desenvolvido pelo antigo Núcleo de Processamento de Dados da Universidade, que digitados a partir de 199, permitem a confecção dos rótulos dos materiais. Uma parcela de cerca de 3/4 dos materiais incorporados no acervo já apresentam seus dados incluídos no banco, sendo que o restante são os materiais mais antigos depositados na coleção, cujos dados são recuperados através do seu manuseio durante atualização de identificação ou participação em empréstimos.

Para o banco de dados o herbário conta com um computador (modelos da década de 1990) e impressora a laser, que deverão ocupar uma sala de 29,5 m2, no novo prédio. Esta sala também deverá acomodar a biblioteca do herbário, que já conta com 4 armários de livros, periódicos e separatas de uso coletivo. O laboratório de apoio consta de cerca de 46 m2 e a curadoria e sala de preparação com 37,5 m2. Para estas salas já existe um mobiliário básico, bem como aparelhos ópticos simples para o desenvolvimento de pesquisas.. Uma sala em prédio separado com cerca de 15m2 é utilizada como sala de preparação de material botânico, onde estão dispostas estufas para secagem (XX que utilizam lâmpadas incandescentes) e um freezer para desinfecção. O herbário conta hoje com os serviços de um auxiliar técnico e de um técnico de nível superior (biólogo), que são responsável pela condução de diferentes atividades no mesmo (apoio de coletas, secagem e montagem de exsicatas, controle sanitário, para o primeiro e informatização, confecção de etiquetas e identificação de amostras e acomodação no acervo, para o segundo). Os alunos de graduação e pós-graduação executam e/ou colaboram nestas tarefas como parte de suas atividades.

O acervo encontra-se quase na sua totalidade informatizado e disponível na página splink.cria.org.br

Localização

Herbário FUEL
Departamento de Biologia Animal e Vegetal
Centro de Ciências Biológicas
Universidade Estadual de Londrina
Rodovia Celso Garcia Cid, PR 445 KM 380
Cx. Postal 6001
CEP 86051-990
Londrina – PR
Fone: (43) 3371-4946
Fax: (43) 3371-4540
E-mail: herbariofuel@uel.br

Fonte: http://www2.uel.br/laboratorios/herbario/
segunda-feira, agosto 01, 2011 0 comentários By: Willian Cypriano

Estrutura Básica dos Frutos

Em termos botânicos, o fruto é uma estrutura presente em todas as angiospermas em que as sementes são protegidas enquanto amadurecem. De forma prática, os frutos são quaisquer estruturas das Angiospermas que contém sementes.

Epicarpo ou exocarpo: camada externa, normalmente uma camada membranácea e fibrosa; pode ser lisa, rugosa, pilosa ou espinosa, e é popularmente conhecida como casca, camada mais externa do fruto, se origina da epiderme do carpelo .

Mesocarpo: camada imediatamente abaixo do epicarpo, suculenta,que pode ou não armazenar substâncias de reserva. Provém do mesofilo carpelar.

Endocarpo: camada mais interna, normalmente a camada mais rígida que envolve as sementes. Origina-se da epiderme interna da folha carpelar. Em certos tipos de frutos, o endocarpo apresenta-se espessado e muito resistente.

Há muitas variações na aparência e na consistência destas camadas. Em frutos capsulares, secos, é comum o mesocarpo ou o epicarpo estarem suprimidos, enquanto a camada restante assume consistência lenhosa. Já em alguns frutos, como ameixas e pêssegos, o mesocarpo é grande e suculento, enquanto o "caroço" corresponde ao endocarpo lenhoso envolvendo a semente, ou amêndoa. Nas melancias, o mesocarpo e uma camada espessa e resistente, e o endocarpo corresponde à polpa vermelha em seu interior. Enfim, todos os frutos partem do mesmo plano básico de três camadas, cada um derivando-se de uma maneira ou de outra em direção a características próprias.

Quanto à composição:

Frutos simples: quando os carpelos são unidos entre si, ao menos nos primeiros estágios de desenvolvimento. Ex.: a maior parte dos frutos conhecidos apresentam-se desta forma, como limões, pêras, maracujás, mamões, pepinos e goiabas.

Frutos compostos: os carpelos são separados desde a flor, e desenvolvem-se separadamente. Ex.: morango, magnólia.

Existem infrutescências, como o abacaxi, consideradas pelos leigos como um único fruto, ou um fruto composto. Na verdade, cada "gomo" do abacaxi corresponde a um fruto, originado de um ovário de uma flor. Estas flores são agrupadas de forma compressa em um eixo, de forma que seus ovários aderem-se uns aos outros, formando uma estrutura compacta.

Diagrama Floral

Pode-se representar uma flor através do seu diagrama floral. Observe o diagrama abaixo:



De fora para dentro, representa-se: as sépalas, (cálice) as pétalas (corola), os estames (androceu) e os carpelos (gineceu). Existe também a fórmula floral, que pode ser exemplificada abaixo:

K5 C(5) A10 G2

Onde:
K: representa o número de sépalas
C: representa o número de pétalas
A: representa o número de estames
G: representa o número de carpelos
( ): peças unidas (prefixo gamo ou sin)

Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/bioangiospermas3.php