quarta-feira, junho 29, 2011 0 comentários By: Anônimo

Buva - Conyza bonariensis



Nome científico: Conyza bonariensis
Família: Asteraceae
Nome Popular: Buva,

           Em três anos, a população desta espécie aumentou muito, em quantidade e abrangência atingindo desde o sudoeste do Paraná, passando pela região central, chegando até o norte do estado. A invasora já está disseminada no sul do país e também já está presente no centro-oeste do país e até mesmo no Paraguai.
Mapa das áreas afetadas pelo avanço da Buva no Paraná.

             A buva concorre com as plantas em busca de sol e de nutrientes sendo essa competição sempre acaba ganhando. A buva é uma planta que se dissemina através de sementes. Seu tamanho pode variar de 20 cm a 2 m de altura, possui folhas de coloração verde escuro, as flores são dispostas em capítulos. Uma planta chega a produzir cerca de cem a 200 mil sementes, carregadas com muita facilidade pelo vento se espalhando rapidamente e se atingir toda a área plantada pode causar queda de até 70% na produção. 

Fonte: http://www.cnpso.embrapa.br/alerta/ver_alerta.php?cod_pagina_sa=201&cultura=0            http://www.folhadonordeste.com.br/colunas_view.php?id=407&id2=64
sábado, junho 25, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Picão-preto - Bidens pilosa.



Nome Científico: Bidens pilosa.

Sinonímia: Bidens adhaerescens, Bidens alausensis, Bidens chilensis, Bidens hirsuta, Bidens leucantha, Bidens montaubani, Bidens reflexa, Bidens scandicina, Bidens sundaica, Coreopsis leucantha, Kerneria pilosa

Nome Popular: Picão-preto, amor-de-burro, amor-seco, carrapicho, carrapicho-agulha, carrapicho-cuambu, carrapicho-de-agulha, carrapicho-de-duas-pontas, carrapicho-picão, coambi, cuambri, cuambú, erva-de-picão, erva-picão, erva-pilão, fura-capa, furacapa, goambú, macela-do-campo, paconca, picão, picacho, picacho-negro, picão-do-campo, pico-pico, piolho-de-padre

Família: Asteraceae

Divisão: Angiospermae

Origem: América Tropical

Ciclo de Vida: Bienal

Embora no gênero Bidens existam diversas espécies ornamentais, a B. pilosa é muito conhecida em todo o mundo por ser uma invasora bastante agressiva. Presente em quase todos os continentes é considerada daninha principalmente em culturas anuais como soja, milho, algodão entre outras, sendo bastante comum em regiões de clima tropical e subtropical. Sem embargo é muito comum nas zonas urbanas como em praças, terrenos baldios, beiras de estrada e jardins.

O picão-preto é extremamente prolífico: uma única planta pode produzir milhares de sementes. Uma curiosidade é que essas plantas distribuem a floração no tempo, ou seja, a floração dura aproximadamente 60 dias e é possível encontrar inflorescências jovens e maturas no mesmo indivíduo. Outro ponto chave é que o picão-preto é hospedeiro de algumas doenças fúngicas como o oídio e de pragas como o pulgão.

O controle geralmente é realizado com aspersão de herbicidas, mesmo assim, o controle cultural preventivo jamais deve ser descartado, principalmente em áreas onde ainda não invadidas. Já se conhece diversos biótipos de picão-preto resistente a vários herbicidas utilizados, de forma que o controle se torna cada vez mais restrito. Não se deve permitir a floração a fim de evitar a produção de sementes, que por sua vez não são consideradas longevas.

Em algumas partes do mundo, Bidens pilosa é usada como planta medicinal, salada e matéria prima para bebida destilada, não sendo considerada planta daninha nestes casos.

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/bidens_pilosa.php
quinta-feira, junho 23, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Corda-de-viola - Ipomoea sp.



Família: Convovulaceae  -  Origem: Continete americano

Descrição Morfológica: Planta herbácea trepadeira podendo atingir até 3 m de comprimento. Sua coloração e suas flores são de aparência vistosa. Raiz principal pivotante. Planta anual com reprodução por sementes. Adaptação em qualquer tipo de solo, com ou sem insolação.

Distribuição: Planta frequente em todas as regiões do Brasil, contendo mais de 140 espécies distribuídas por todo país.

Plântula: Cotilédones com a parte frontal divida em dois lobos bem definidos, com nervuras proeminentes.

Folhas: São simples e ocorrem ao longo do ramo, contendo um longo pecíolo. O limbo é de aparência cordiforme ou trilobadas, podendo conter variada quantidade de lobos bem definidos. Coloração verde, com pequenos pêlos ou glabra.

Caule: Cilíndrico com pêlos, ramificado, com 1-4 mm de diâmetro e podendo alcançar 3 m de comprimento. Sua coloração varia entre o verde e o vermelho. Normalmente são trepadeiras, e bastante volumosas.

Sementes: Normalmente com formato ovóide ou subgloboso; superfície ou com pequenos pêlos, lisa ou levemente enrugada. Sua coloração é escura, variando entre o marron e preto.

Inflorescência: Os capítulos se dão a partir de longos pedúnculos, com brácteas de coloração verde. Sobre estes há flores com 5 pétalas, com cores variadas, dependendo da espécie, no formato campanulado.

Importante: Forte competidora com culturas anuais, e extremamente agressiva, dificultando a colheita.

Fonte: http://panorama.cnpms.embrapa.br/plantas-daninhas/identificacao/folhas-largas/corda-de-viola-ipomoe-sp
quarta-feira, junho 22, 2011 0 comentários By: Anônimo
O Que vocês Leitores do Aulas de Botânica acham de testar seus conhecimento em um Quiz de Anatomia?

O Aulas de Botânica acaba de acrescentar um novo Quiz ao seus Testes de Conhecimento, para acessa-lo basta acessar o ícone de "Teste seus Conhecimento", ou acessar o link abaixo.


Opiniões, reclamações, duvidas e demais casos,
entrar em contato com aulasdebotanica@hotmail.com
sexta-feira, junho 17, 2011 1 comentários By: Anônimo

Anatomia de Folha





Plantas Daninhas Aquáticas

Uma ampla variedade de plantas aquáticas podem ser encontradas vegetando as margens de rios, lagos e reservatórios ou dentro dos mais diversos ambientes aquáticos, empregando-se diferentes mecanismo de adaptação. Enquanto, algumas espécies apresentam-se enraizadas em rios com fortes correntezas, outras somente podem viver em águas paradas ou estagnadas.

 Eichhornia crassipes (Mart.) Solms. (aquapé).
 Principal planta daninha aquática no Brasil e no mundo. 

As plantas aquáticas que proliferam nos reservatórios e rios provocam vários inconvenientes, como: acúmulo de lixos e outros sedimentos, proliferação de vetores de doenças, dificuldades de navegação, prejuízos ao turismo regional e a pesca e, nestes casos, podem ser denominadas de daninhas. Estas plantas afetam o transporte de cargas das hidrovias dificultando as rotas de navegação, além de prejuízos às usinas hidrelétricas na geração de energia, aumentando-se os custos de manutenção (Marcondes & Tanaka, 1997). As plantas daninhas aquáticas flutuantes são as que causam os mais sérios e difundidos problemas a nível mundial. 
  Pistia stratiotes L. (alface d'água).

Dentre as plantas flutuantes, destacam-se, ainda, Salvinia molesta D.S. Mitchell (salvínia) e Pistia stratiotes L. (alface d’água) que apresentam várias características, como: capacidade de rápida multiplicação vegetativa; habilidade para regenerar-se a partir de pequenas porções do talo, independência parcial ou completa das estruturas sexuais de reprodução, grande área de tecido fotossintético em proporção ao comprimento da planta, ocupando rapidamente os locais onde incida luz e uma independência das condições do substrato (devido à locomoção da superfície d’água). Nos canais de irrigação e de drenagem as plantas aquáticas reduzem a velocidade do fluxo de água, aumentam a infiltração da água no solo e incrementam as perdas por transpiração (Pitelli, 1998).

Salvinia molesta D.S. Mitchell (salvínia).

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pd/v17n2/13.pdf
segunda-feira, junho 13, 2011 0 comentários By: Willian Cypriano

Aquapaisagismo


           Espaços aquáticos podem ser encaixados em qualquer estilo de jardim, desde o formal francês até o tropical mais despojado. A água sempre se torna um foco de atenção no jardim, dando maior vida ao lugar e ainda valorizando o local deixando mais atrativo.
Mas antes de se decidir pela implantação de um lago, deve ser considerada a manutenção necessária, incluindo sua frequência e quem será responsável pela tarefa. Lembrando que estes locais se não forem cuidados com frequência podem ser criadouro de algas prejudiciais que poderiam causar mau cheiro ao local.
              Escolha um local do terreno em que não haja tubulações subterrâneas de água, esgoto, assim como condutores elétricos, raízes grossas de árvores ou troncos podres. Caso haja alguma pedra não calcárea grande no lugar do futuro lago, procure integrá-la ao projeto que só ganhará com isso, em naturalidade e beleza.
Alguns exemplos de plantas aquáticas:
Nome Científico: Nymphaea caerulea
Sinonímia: Nymphaea calliantha, Nymphaea mildbraedii, Nymphaea nelsonii, Nymphaea stellata
Nome Popular: Ninféia-azul, lírio-dágua
Família: Nymphaeaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Nome Científico: Nelumbo nucifera
Sinonímia: Nelumbium nuciferum, Nelumbium speciosum, Nelumbo caspica, Nymphaea nelumbo
Nome Popular: Lótus, Flor-de-lótus, lótus-sagrado, lótus-da-índia
Família: Nymphaeaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Ásia e Oceania
Ciclo de Vida: Perene

 
Nome Científico: Victoria amazonica
Sinonímia: Victoria regia, Euryale amazonica, Victoria regalis
Nome Popular: Vitória-régia, milho-d'água, rainha-dos-lagos, rainha-dos-nenúfares, forno-d'água, forno-de-jaçanã, nanpé, jaçanã, aguapé-assú, cará-d'água
Família: Nymphaeaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil, Bolívia e Guianas
Ciclo de Vida: Perene

Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/victoria_amazonica.php
quinta-feira, junho 09, 2011 0 comentários By: Lorena Benck

Placa Crivada - Aboboreira

Corte tranversal do caule da Aboboreira em um aumento de 40x. Seta indicando a placa crivada no floema.

Corte transversal do caule da Aboboreira em um aumento de 100x. Seta indicando a placa crivada no floema.


Detalhe do floema em um aumento de 400x. Seta indicando placa crivada.


sexta-feira, junho 03, 2011 0 comentários By: Anônimo

Estômato - Corte Transversal


Visão do estômato em corte transversal, em microscopia eletrônica de transmissão (MET), note cutícula grossa sobre células guarda.

Fonte: Imagem cedida pelo professor Gregório Cercantini (USP-SP).